
Segundo dados do CNJ e estudos da FGV, processos na primeira instância duram em média de 2 a 4 anos. Com recursos aos tribunais superiores, o tempo total pode ultrapassar 10 anos. O Brasil tem mais de 80 milhões de processos em andamento, o que torna a celeridade uma exceção, não a regra.
O Judiciário brasileiro enfrenta sobrecarga crônica: volume de processos muito superior à capacidade de julgamento, sistema recursal com múltiplas instâncias, formalismo excessivo e deficiência na digitalização de cartórios e tribunais do interior. Tudo isso cria gargalos que tornam a espera média inaceitável para conflitos empresariais.
Além das custas processuais, há honorários advocatícios acumulados por anos, capital imobilizado em litígios, tempo de gestão desviado para acompanhamento processual e impacto nas relações comerciais. Para contratos de médio e grande valor, o custo total da via judicial frequentemente supera o da arbitragem.
A arbitragem tem prazo definido — na Arbitralis, até 30 dias —, sentença definitiva sem recursos ao mérito e processo customizado para ser o mais ágil possível. Não há fila de processos, não há burocracia cartória e não há surpresas sobre quando a decisão vai sair.
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