
A Inteligência Artificial (IA) tem gradualmente transformado o campo jurídico, incluindo a arbitragem internacional. Trata-se de um terreno promissor, mas ainda em construção. Para entender como a tecnologia já se aplica na prática arbitral brasileira, veja IA para o sistema jurídico.
Ferramentas de pesquisa jurídica como Jus-AI e Westlaw Edge já são utilizadas na arbitragem. Sistemas de seleção de árbitros como Arbitrator Intelligence fornecem dados analíticos sem comprometer a confidencialidade. Para a escolha consciente de árbitros, veja como decidir a quantidade de árbitros.
Dois advogados nos EUA foram multados por utilizar IA que gerou jurisprudência fictícia. Isso evidencia os riscos da utilização indiscriminada de tecnologias generativas. O uso não compatível inclui a utilização de ferramentas de IA sem supervisão humana para seleção de árbitros, redação de petições ou elaboração de sentenças.
A submissão de documentos confidenciais a sistemas de IA pode acarretar riscos significativos, inclusive violações ao GDPR. Para entender como a transparência protege a integridade do processo, veja transparência e controle de conflitos de interesse.
A tecnologia deve ser vista como aliada dos profissionais do direito, e não como substituta. Saiba como as pesquisas confirmam a essencialidade da arbitragem no Brasil.
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