O uso de inteligência artificial na arbitragem internacional: avanços, desafios e diretrizes

  • Raphael Lucca
Publicado dia
10/3/2026
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de leitura
Atualizado em
10/3/2026
  • Tendências
  • Arbitragem

A Inteligência Artificial (IA) tem gradualmente transformado o campo jurídico, incluindo a arbitragem internacional. Trata-se de um terreno promissor, mas ainda em construção. Para entender como a tecnologia já se aplica na prática arbitral brasileira, veja IA para o sistema jurídico.

Aplicações atuais na arbitragem internacional

Ferramentas de pesquisa jurídica como Jus-AI e Westlaw Edge já são utilizadas na arbitragem. Sistemas de seleção de árbitros como Arbitrator Intelligence fornecem dados analíticos sem comprometer a confidencialidade. Para a escolha consciente de árbitros, veja como decidir a quantidade de árbitros.

Os riscos de automatização

Dois advogados nos EUA foram multados por utilizar IA que gerou jurisprudência fictícia. Isso evidencia os riscos da utilização indiscriminada de tecnologias generativas. O uso não compatível inclui a utilização de ferramentas de IA sem supervisão humana para seleção de árbitros, redação de petições ou elaboração de sentenças.

Privacidade e proteção de dados

A submissão de documentos confidenciais a sistemas de IA pode acarretar riscos significativos, inclusive violações ao GDPR. Para entender como a transparência protege a integridade do processo, veja transparência e controle de conflitos de interesse.

A tecnologia deve ser vista como aliada dos profissionais do direito, e não como substituta. Saiba como as pesquisas confirmam a essencialidade da arbitragem no Brasil.

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