A revolução da Inteligência Artificial na arbitragem internacional

  • Raphael Lucca
Publicado dia
20/2/2026
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de leitura
Atualizado em
20/2/2026
  • Arbitragem
  • Tecnologia
  • Tendências
  • Segurança

Perguntas frequentes sobre inteligência artificial na arbitragem

Como a inteligência artificial já é usada na arbitragem internacional?

A IA é aplicada na triagem e organização de documentos, análise de contratos, identificação de precedãntes relevantes e predição de possíveis resultados. Essas ferramentas agilizam o trabalho dos árbitros e advogados sem substituir o julgamento humano na decisão final.

A decisão arbitral pode ser tomada por uma inteligência artificial?

Não, no estágio atual. A Lei de Arbitragem exige que o árbitro seja uma pessoa capaz e de confiança das partes. A IA pode auxiliar o árbitro, mas a decisão final deve ser humana, motivada e assinada pelo árbitro. Usar IA como substituta do árbitro tornaria a sentença nula.

O uso de IA na arbitragem compromete a imparcialidade do processo?

Se usada de forma transparente e com ciência das partes, não. O risco está no uso não declarado de ferramentas que possam introduzir viés sistemático nas decisões. Por isso, câmaras modernas estão desenvolvendo políticas de uso ético de IA que garantem transparência e controle humano sobre o processo.

Arbitragem com IA é mais rápida? Qual o impacto no prazo de sentença?

Sim, em geral. A automação de tarefas administrativas e a análise mais rápida de documentos reduzem o tempo de preparação do árbitro. Em câmaras que já integram IA, é possível reduzir o prazo de sentença em conflitos de menor complexidade sem comprometer a qualidade da decisão.

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