
A IA é aplicada na triagem e organização de documentos, análise de contratos, identificação de precedãntes relevantes e predição de possíveis resultados. Essas ferramentas agilizam o trabalho dos árbitros e advogados sem substituir o julgamento humano na decisão final.
Não, no estágio atual. A Lei de Arbitragem exige que o árbitro seja uma pessoa capaz e de confiança das partes. A IA pode auxiliar o árbitro, mas a decisão final deve ser humana, motivada e assinada pelo árbitro. Usar IA como substituta do árbitro tornaria a sentença nula.
Se usada de forma transparente e com ciência das partes, não. O risco está no uso não declarado de ferramentas que possam introduzir viés sistemático nas decisões. Por isso, câmaras modernas estão desenvolvendo políticas de uso ético de IA que garantem transparência e controle humano sobre o processo.
Sim, em geral. A automação de tarefas administrativas e a análise mais rápida de documentos reduzem o tempo de preparação do árbitro. Em câmaras que já integram IA, é possível reduzir o prazo de sentença em conflitos de menor complexidade sem comprometer a qualidade da decisão.
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