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Solução para excesso de processos na justiça tradicional

  • Raphael Lucca
Publicado dia
19/1/2024
·
7 min.
de leitura
Atualizado em
2/10/2026
Solução para excesso de processos na justiça tradicional
  • Processo judicial
  • Jurídico
  • Arbitragem

O congestionamento do Judiciário brasileiro é um dado público, repetido em relatórios e noticiário. Mas para empresas que dependem de contratos cumpridos e dívidas recebidas, o que importa não é o número de processos em fila — é quanto tempo e dinheiro cada caso que entra nessa fila vai consumir antes de ter uma decisão. Esse cálculo raramente é feito antes do conflito surgir. E quando é feito depois, o resultado costuma ser pior do que o esperado. Não à toa, o ministro do STJ alertou para o excesso de processos na corte.

O que os números do Judiciário representam para a operação empresarial

Oitenta milhões de processos em tramitação não é uma abstração estatística para uma empresa que tem um contrato descumprido e precisa de resolução. É a fila na qual esse contrato vai entrar, junto com dezenas de outros casos, em comarcas com disponibilidade de pauta variável, sujeito a recursos que podem dobrar o prazo.

O custo financeiro direto é mensurável: honorários advocatícios, custas processuais, tempo de equipe interna destinado ao acompanhamento do processo. O custo indireto é maior e mais difícil de provisionar: capital imobilizado no valor do conflito sem previsão de recuperação, relação comercial deteriorada durante o processo, incerteza sobre o resultado que impede decisões de negócio que dependem da resolução do conflito. Somados às custas, esses fatores mudam a leitura sobre os custos da arbitragem e do Judiciário para quem precisa de previsibilidade.

Para empresas com contratos recorrentes, esse risco se multiplica. Uma carteira de cinquenta contratos sem cláusula arbitral tem cinquenta potenciais entradas na fila judicial — cada uma com custo e prazo desconhecidos. E o cenário se agrava: mesmo com o alerta do ministro, o número de processos no STJ segue crescendo.

Onde a arbitragem muda a equação

A diferença prática entre ir ao Judiciário e ir à arbitragem num conflito contratual pode ser medida em três eixos: prazo, custo e previsibilidade.

Prazo: a sentença arbitral na Arbitralis é proferida em até 30 dias. O processo judicial médio, dependendo da comarca e da complexidade, leva anos.

Custo: na arbitragem da Arbitralis, o custo é fixo desde o início, determinado com base no valor da causa. Não há honorários de sucesso, não há custas supervenientes. No Judiciário, o custo total de uma ação só se revela ao longo do processo.

Previsibilidade: com arbitragem, a empresa sabe antes de começar quanto vai custar e quando vai terminar. Essa previsibilidade permite provisionar, planejar e comunicar ao conselho ou ao investidor o que está acontecendo — algo impossível de fazer com uma ação judicial em andamento.

A cláusula arbitral como instrumento de planejamento financeiro

Empresas que inserem cláusula compromissória nos contratos antes do conflito surgir não estão apenas se protegendo juridicamente. Estão convertendo um risco imprevisível — o processo judicial — num risco mensurável e gerenciável. Para o CFO ou o gestor jurídico, isso tem valor direto: é possível estabelecer qual será o custo máximo de resolução de qualquer conflito coberto pela cláusula.

A Arbitralis opera com mais de 10 mil processos arbitrais resolvidos, estrutura 100% digital e custo fixo. Para empresas que querem sair do modelo de "descobrimos o custo no meio do processo" para "sabemos o custo antes de começar", o caminho começa pela revisão dos contratos ativos.

Cada contrato sem cláusula arbitral é uma fatura aberta para o Judiciário. Fale com a Arbitralis e feche essa conta antes que o conflito abra.
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